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Ações do governo Wagner ajudam a montar um programa para Rui Costa

Publicado em: 29 de janeiro de 2014 Atualizado:: janeiro 29, 2014

Com a presença dos pré-candidatos Rui Costa e Otto Alencar, militantes petistas, representantes dos partidos políticos da base aliada e os movimentos sociais iniciaram ontem (terça-feira), em Salvador, os trabalhos para a produção do programa de governo da chapa majoritária que vai em busca da sucessão em outubro deste ano.

A premissa é manter o PT na gestão e, para isso, os coordenadores dessa etapa da pré-campanha conheceram todas as ações dos sete anos do governo Jaques Wagner e montaram núcleos regionais para ouvir as demandas de todos os territórios de identidade do estado.

De acordo com o presidente estadual dos trabalhadores, Everaldo Anunciação, o conceito é de ter um Programa de Governo Participativo (PGP). Em contato com a Tribuna, Anunciação afirma que o evento no Hotel Fiesta foi para apresentar essa concepção participativa.

Everaldo informa que os envolvidos no processo vão apontar o que pode ser ação de governo no espaço ou região que estão atuando para montar o programa da campanha. Em Salvador foi debatido, por exemplo, os eixos centrais do programa, com debate sobre desenvolvimento sustentável e política social.

“Como é participativo, nós queremos incorporar o que não seja apenas atribuições dos partidos da base, mas que junte atores dos movimentos, da sociedade civil organizada ou pessoas de forma individualizada, que tenham atuações em determinadas temáticas para que possam se incorporar. Nós também vamos a partir de hoje [terça-feira] iniciar um processo de reuniões territoriais no interior que é para ter a presença e a participação desses mesmos atores para termos uma compreensão geral do estado”, pontua o presidente do PT na Bahia.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) esteve no evento do PT para ratificar o apoio do grupo à pré-candidatura de Rui Costa para governo em 2014. Segundo o dirigente nacional, Márcio Matos, em contato com a Tribuna, a intenção é participar para levar as demandas de luta pela terra.

“No processo de debate que o PT e Rui Costa iniciam em relação ao programa de governo, nós vamos participar para poder colocar as demandas das famílias assentadas e acampadas e a pauta da reforma agrária dentro do plano de governo. Também vamos ajudar na mobilização da campanha de Rui em todo o estado”, afirma Matos.

A atividade do Partido dos Trabalhadores não contou com os pré-candidatos da chapa proporcional, que são aqueles que vão disputar a eleição para deputado estadual ou federal.

“Nessa atividade não estiveram os candidatos proporcionais, a intenção foi envolver os setores organizados, os partidos e movimentos sociais para replicarmos isso aqui nas 13 caravanas”, completa Everaldo.

 

 

*Por Vitor Fernandes

 


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