Publicado em: 27 de maio de 2014 Atualizado:: maio 27, 2014
Exibições, performances, ciclos de filmes, ações e encontros com artistas, e não só. A programação da 3ª Bienal da Bahia, que acontece em Salvador e cerca de 20 cidades do interior do Estado, compreenderá 100 dias ininterruptos de atividades, indo muito além de uma grande exposição de artes visuais.
A primeira temporada da Bienal vai da abertura, em 29 de maio, até 17 de julho, quando uma segunda fase entra em cena com a inauguração de mais uma leva de exposições e ações integradas. Em todos os momentos, em todos os dias, Salvador e as cidades participantes serão invadidas por alguma espécie de ação cultural, envolvendo movimentos com participação social; oficinas com artistas, pesquisadores, especialistas e público em geral; expedição pelo sertão baiano; ocupações e intervenções artísticas. Sem contar as exposições totais dos artistas Juarez Paraíso, Juraci Dórea e Rogério Duarte, e a exposição A Reencenação, que busca o espírito e as intenções das primeiras duas bienais da Bahia (1966 e 1968) em uma releitura contemporânea.
A programação foi divulgada nesta sexta-feira, 23, durante coletiva de imprensa com o secretário de Cultura do Estado da Bahia, Albino Rubim, os curadores-chefes Marcelo Rezende, Ana Pato e Ayrson Heráclito, o diretor executivo da Fundação Hansen Bahia, Elias Gomes de Souza, e artistas participantes.
Esta programação ainda será ampliada, com a inclusão de artistas e apresentação de novas obras ao público. A lista completa de atividades da primeira temporada estará disponível no site www.bienaldabahia.com a partir do dia 27 de maio. “A Bienal pode ser comparada a um circuito de lâmpadas que se acendem e apagam de forma independente, cada uma em seu tempo. Da mesma forma, as ações acontecem, concomitantemente, em mais de 50 espaços do Estado”, explica Marcelo Rezende.
Abertura – A primeira temporada tem início já na programação de abertura da Bienal, nos dias 29, 30 e 31 de maio, com ações que vão de uma exposição itinerante e um cortejo performático, passando pelo Projeto Terra – realizado em Feira de Santana pelo artista Juraci Dórea – e culminando na mostra A Reencenação, no Mosteiro de São Bento.
*Da Redação / Secom Ba
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