Publicado em: 26 de março de 2013 Atualizado:: março 26, 2013
Para a sessão desta terça (26/03) na Câmara de Mucuri, os vereadores Roberto Barros Borges (PMDB) e Carlos de Jesus Brito (PSC) assinam em conjunto dois Pedidos de Providências – Nº 022 e 023/2013. O primeiro trata da recuperação das ruas danificadas em decorrência de obras sob responsabilidade da Empresa Baiana de Água e Saneamento S.A. – Embasa, enquanto o segundo cobra do Poder Executivo a aquisição de gerador de energia para a Clínica Médica Municipal Júlio de Oliveira Filho, na sede deste Município.
Na justificativa, os autores dizem que é “inadmissível que as empreiteiras contratadas pela Empresa Baiana de Água e Saneamento S.A. – Embasa, para obras de infraestrutura e esgotamento sanitário no município de Mucuri, continuem executando seus serviços sem a devida responsabilidade técnica e cuidado profissional que os procedimentos exigem. O resultado é lamentável, traduzido em ruas completamente danificadas e pavimentação destruída.”
Para Beto e Carlos Brito, é urgente que o Poder Executivo passe a exigir com mais rigor a imediata recuperação dessas ruas, para que a situação não se deteriore de vez. “As vias públicas precisam de atenção especial e o merecido cuidado por parte dessas empresas, sob pena de responsabilizarmos a Embasa pelo trabalho malfeito”, ressaltam.
GERADOR PARA A CLÍNICA
Os dois vereadores que trabalham em parceria justificam o segundo documento: “Com a finalidade de suprir as constantes e já habituais interrupções no fornecimento de energia elétrica e oscilações de tensão, evitando que os pacientes sejam prejudicados, é imprescindível que o Poder Executivo providencie a aquisição de um gerador de energia para a Clínica Médica Municipal Júlio de Oliveira, na sede do Município.”
Muitos apelos já foram feitos à Coelba, mas Beto e Carlos acreditam que uma medida mais eficaz pode ser tomada pela Administração Municipal, que é a aquisição de um gerador, com capacidade suficiente de garantir suporte às instalações da clínica, incluindo recepção, parte administrativa, consultórios e enfermaria.
E finalizam: “Saúde merece prioridade do poder pública. É obrigação.”
*Da Redação / Ascom
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