O secretário nacional de Comunicação do PT reforçou que a prioridade absoluta do PT neste momento é a eleição geral de 2026

Publicado em: 14 de janeiro de 2026 Atualizado:: janeiro 14, 2026

O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que sempre será oposição ao grupo político liderado por ACM Neto na Bahia, independentemente do cargo que ocupe.
“Sei que serei sempre adversário desse modo de fazer política do carlismo, representado por ACM Neto e Bruno Reis”, afirmou, ao comentar o cenário eleitoral futuro e a atuação do partido no estado, em entrevista ao programa Político ao Vivo.
Éden reforçou que a prioridade absoluta do PT neste momento é a eleição geral de 2026, com foco na reeleição do presidente Lula, do governador Jerônimo Rodrigues e na ampliação das bancadas estadual e federal do campo governista.
Questionado sobre a sucessão municipal em Salvador, em 2028, ele disse que não há um nome natural definido pelo grupo, mas não descartou a possibilidade de vir a ser candidato, caso haja decisão coletiva.
O dirigente afirmou que trata o tema com responsabilidade e maturidade, destacando a relevância política, histórica e social da capital baiana.
“Não há candidatura natural do PT. A gente não tem debatido isso ainda, mas chegará o momento certo dessa discussão”, pontuou.
Éden também disse não ter “fetiche” por candidatura, embora já tenha sido convidado para disputar cargos majoritários e proporcionais.
O dirigente lembrou que suas experiências eleitorais foram internas ao partido, como nas disputas pela Secretaria de Juventude e pela presidência do PT Bahia, quando venceu com cerca de 60% dos votos.
O secretário ressaltou ainda sua trajetória no movimento estudantil, na UNE, em governos petistas e na presidência do PT Bahia, além da atual função como dirigente nacional. “Não está nos meus planos, mas o futuro político depende da construção coletiva do PT”, disse.
Ao final, Éden reforçou que fará oposição permanente ao que classificou como tentativa de retomada do carlismo na Bahia. “A Bahia não quer voltar ao passado do mandonismo, onde havia um chefe e todo o resto tinha que obedecer”, concluiu.
*Foto: Divulgação
*Por Neison Cerqueira/Bahia.ba
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