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Governo Federal adota novos critérios para doação de sangue após surto de febre amarela

Publicado em: 4 de março de 2017 Atualizado:: março 4, 2017

A média era de cem coletas por dia, segundo Hemoes

O Governo Federal determinou novos critérios para a doação de sangue devido à febre amarela. Desta forma, os doadores de sangue que tiverem sido vacinados contra a doença devem aguardar quatro semanas, a partir da data da vacinação, para realizar a doação.

Outro critério adotado pelo governo é que os doadores de sangue que foram infectados pelo vírus da febre amarela serão considerados inaptos para a doação por um período de seis meses.

As recomendações foram divulgadas na ultima quinta-feira (02), por meio de Notas Técnicas conjuntas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ministério da Saúde. A medida inclui a triagem de doadores de órgãos e tecidos e visa a prevenção da transmissão do vírus da febre amarela.

As notas foram emitidas considerando os recentes registros de casos de febre amarela silvestre em regiões do Brasil, alertando para a necessidade de se considerar o risco de transmissão dessa doença por meio de transfusão sanguínea ou transplante, isso porque há relatos de transmissão do vírus da febre amarela por transfusão após a vacinação de doadores de sangue.

Candidatos à doação de sangue que vivem em áreas silvestres, rurais ou de mata dos municípios com casos suspeitos ou confirmados de febre amarela e que não tenham sido vacinados deverão ser considerados inaptos. Doadores que viajaram para as áreas de risco e que também não tenham sido vacinados serão considerados inaptos por 30 dias após o retorno da área de risco.

De acordo com Ministério da Saúde, o principal fator de risco é a exposição de indivíduos não vacinados a áreas silvestres, rurais ou de mata dos municípios identificados. “Até o momento, não existem informações seguras disponíveis sobre o tempo de inaptidão à doação de sangue após a recuperação completa quando o indivíduo tiver sido infectado pelo vírus da febre amarela”, diz a recomendação conjunta.

 

 

*Com informações da Agência Brasil


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