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Irmãos: Trocaram tiros no interior de Mucuri e acabaram presos com drogas em Posto da Mata

Publicado em: 11 de junho de 2017 Atualizado:: junho 12, 2017

Na noite da última sexta-feira, dia 9 de junho, foram apresentados no Plantão Regional da 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas, dois irmãos, que segundo a polícia são pertencentes a um grupo criminoso, e acusados de tocarem terror em Belo Cruzeiro, distrito de Mucuri. Os irmãos, segundo informações dos policiais militares da 89ª CIPM, trocaram tiros em via pública com integrantes de um grupo rival e são apontados como principais responsáveis por roubo de gado e furtos na região. Uma guarnição do PETO realizava abordagens em Posto de Mata, e na Rua Mucuri abordou os irmãos.

Trata-se de Alessandro Pereira de Jesus, o “Pango”, de 19 anos e Elenildo de Jesus Cruz, o “Poita”, 21. Após serem abordados, os indivíduos levaram os militares até o local onde eles estavam, assim que fugiram de Belo Cruzeiro. A residência fica localizada na Rua do Andu, em Posto da Mata. No local, os militares encontraram 20 buchas de maconha e 12 pedras de crack, já embaladas e prontas para comercialização. Ao serem questionados sobre a troca de tiros com o grupo rival, os irmãos confirmaram a informação e disseram que as armas estavam em Belo Cruzeiro.

Os acusados levaram os militares até uma comunidade conhecida como “Gogó do Sapo”, onde foram encontradas 03 espingardas artesanais tipo chumbeira. Então, os irmãos receberam voz de prisão e juntamente com as drogas e as armas acabaram sendo conduzidos e apresentados ao Plantão Regional da 8ª Coopin, onde o caso foi registrado e apresentado à delegada Rosângela Santos, que ouviu os policiais e já durante a madrugada do sábado (10), iniciou as oitivas dos irmãos.

Com base nos depoimentos colhidos e nas provas apresentadas, a delegada flagranteou Alessandro e Elenildo por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. A prisão dos irmãos foi informada à Delegacia de Mucuri, que vai continuar investigando o caso. Os dois foram mandados para a carceragem da 8ª Coorpin, onde permanecem à disposição da Justiça. 

 

*Da Redação 


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