Publicado em: 30 de julho de 2015 Atualizado:: julho 30, 2015
Segundo Maurício Barbosa, no primeiro semestre de 2015, houve redução de 10% e 13% no índice de violência, em Salvador e na região metropolitana (RMS), em relação ao igual período do ano passado. “Tivemos muito sucesso com a implantação das bases comunitárias. São desenvolvidas muitas ações de inteligência que, em números, estão se mostrando eficientes”.
Calabar
Ele citou o exemplo da Base Comunitária de Segurança do Calabar, onde nos últimos quatro anos ocorreram dois homicídios. “O dado é visto como uma melhora [uma vez] que no local a média era de 15 homicídios por ano. No Bairro da Paz, um lugar considerado violento, no último ano, nenhum homicídio foi registrado”, pontuou.
Das 17 bases comunitárias instaladas, dez estão em Salvador, duas na RMS e outras cinco no interior. Em todas as unidades, o policiamento comunitário é uma iniciativa voltada para maior aproximação entre a polícia e a comunidade, o que tem resultando na diminuição do número de ocorrências. Aulas de música e de dança, estímulo à prática de esportes, são algumas das ações desenvolvidas pelas equipes de policiais nas unidades.
“O enfrentamento à violência é necessário e, nas bases comunitárias, ele não é feito apenas com as rondas. Lá a polícia educa e promove oportunidades para os moradores. A presença do policial em determinadas áreas garante a redução dos índices [de violência] e, sem dúvida, a sensação de segurança”, afirma o coordenador do Programa Pacto pela Vida, Cezar Lisboa.
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