Sem ter conseguido até agora o apoio de nenhum outro partido, Ciro tenta romper a polarização da política nacional entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que estão à frente nas pesquisas de intenção de voto.
Apesar da confirmação da candidatura, o ex-ministro ainda não anunciou quem será seu candidato a vice-presidente. Na terça-feira (19), o presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou que tentará “até a última hora” formar uma aliança para ter um vice de fora do partido na chapa de Ciro.
Lupi também fez acenos ao União Brasil e a Gilberto Kassab, presidente do PSD. Além disso, pediu uma união em torno da candidatura do seu partido.
Atualmente, o também ex-governador do Ceará pontua com 8% das intenções em 2022, de acordo com o último levantamento do instituto Datafolha.
O ato político desta quarta contou com a participação do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, do líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE), da senadora e pré-candidata ao governo do Distrito Federal, Leila Barros, cotada também para ser vice de Ciro, dos ex-ministros Aldo Rebelo e Miro Teixeira e do presidente do partido em São Paulo, Antônio Neto, que vai concorrer a uma vaga na Câmara.

