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Prefeitura de Mucuri intensifica trabalho de cambate ao Aedes Aegypti e município está fora do mapa da epidemia

Publicado em: 24 de fevereiro de 2016 Atualizado:: fevereiro 24, 2016

O surto das doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti tomou conta de boa parte do território brasileiro e da América Latina, e o assunto tem ganhado espaço até mesmo na imprensa internacional.

A boa notícia é que Mucuri está fora do mapa da epidemia, diferente de um considerável número de municípios da Bahia. A maior parte desse resultado se deve ao trabalho realizado pela Secretaria de Saúde da Prefeitura de Mucuri, que intensificou as ações de combate ao mosquito nos últimos meses.

Antes, os agentes de endemias ficavam responsáveis por visitar uma determinada área. O profissional tinha até dois meses para visitar todas as residências e estabelecimentos de todo o território. Agora, os profissionais saem em mutirão, e todas as residências são visitadas em até um mês.

Ao realizar as visitas, os agentes medem poços artesianos, espalham inseticidas, furam latas e vasilhas que estão no quintal, procuram possíveis recipientes com água parada. Em locais com muitos objetos, como pneus e ferro velho, os agentes espalham um inseticida a jato. Os profissionais aproveitam para orientar o morador sobre o que deve ser feito. Para fortalecer este trabalho, os agentes comunitários de saúde também estão trabalhando na orientação aos moradores.

Uma epidemia a nível municipal acontece quando diversos bairros apresentam uma doença. Em Mucuri, a dengue, chikungunya e zika são classificadas apenas como endemia, ou seja, é uma doença típica do nosso país, mas ocorrem de formas sazonais no município. Não há, por exemplo, nenhum caso diagnosticado de chikungunya e zika em nosso território, e as poucas suspeitas são de pessoas vindas de outros estados.

Mas o Prefeito Paulinho afirma que é necessário um engajamento maior também da população. “Eu dei plena liberdade à Secretaria de Saúde para que trabalhassem da melhor forma possível no combate a estas doenças. Nós estamos fazendo a nossa parte, mas nós sabemos que tudo isso ainda não é o suficiente. É preciso que cada cidadão, cada morador, também cumpra com o seu papel”, ressaltou.

 

*Da Redação / Ascom


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